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Marcelo soma diálogos sobre livros, mas sobretudo cumprimentos e selfies

Troca de opiniões sobre livros, mas sobretudo muitos cumprimentos e pedidos para tirar fotografias marcaram a segunda visita do Presidente da República à Feira do Livro de Lisboa, onde regressará mais duas vezes para fazer compras.

Foto: ANDRÉ KOSTERS / LUSA/Arquivo

Neste primeiro domingo da 88.ª edição da feira, Marcelo Rebelo de Sousa desceu por um dos corredores, depois de na inauguração ter subido pelo lado oposto, e no momento das declarações aos jornalistas fez contas e concluiu estar a “60%” de concluir o percurso pelo que não ia já revelar o que vai comprar.

Entre as bancas e as solicitações de quem passava e parava para o ver e, a maior parte das vezes, para o cumprimentar, o Chefe de Estado informou ter terminado a leitura de uma obra de Rodrigo Guedes de Carvalho, e para hoje tem planeado terminar um livro de Mário Cláudio.

“E estou a ver umas biografias rápidas da Maria Filomena Mónica, que ela escreveu”, acrescentou Marcelo Rebelo de Sousa, que não esconde a faceta de leitor ávido.

Sem avançar números dos livros que já leu, o Presidente revelou, porém, a primeira vez que visitou a Feira do Livro de Lisboa: “Em 1960, vejam como eu sou velho, na Avenida da Liberdade, não no cimo, mas um bocadinho mais abaixo”.

E durante toda a década de 60, Marcelo Rebelo de Sousa repetiu presença no evento, que naquela altura começava no início de junho. “Era um momento inesquecível para mim como miúdo: os primeiros livros, contactar com livros, recordo-me perfeitamente”, disse.

Outro esforço de memória pedido ao Chefe de Estado foram as recordações dos primeiros livros que lhe chegaram às mãos e na resposta surgiram obras como “Os desastres de Sofia”, “As memórias de um burro” e a espécie de série escrita por Virgínia Castro e Almeida, “que era o Céu Aberto e em Pleno Azul” e que relatava as aventuras de jovens.

Nas muitas conversas rápidas que foi tendo na feira, Marcelo trocou impressões com jovens e concluiu que, mesmo em alturas de “dependência de joguinhos”, “há crianças que leem muito, e ressalvou o “papel fundamental” que a escola tem no estímulo da leitura.

Mais dúvidas é se a leitura continua a acompanhar as crianças à medida que crescem, mas como não tem dados, o Presidente escusou-se a avançar com mais conclusões.

Às questões sobre compras na Feira do Livro, Marcelo Rebelo de Sousa rematou que voltará ao Parque Eduardo VII no dia 03 e no dia 13 de junho só com esse objetivo.

Desta tarde, o Presidente da República levou da Feira do Livro muitos elogios, abraços e os habituais pedidos de ‘selfie’ que receberam sempre resposta afirmativa.

FONTE DN.PT

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